31 de julho de 2015

Odeio acordar cedo!!!

Sim, este é o tema do meu novo vídeo..rs
Esse sempre foi meu dilema na vida..
Sempre foi péssima em acordar antes das galinhas, acordo por sou obrigada!kkk

Vamos ver no que deu este vídeo?!
























29 de julho de 2015

Dia do Batom

Hoje dia 29 de Julho é comemorado o Dia do Batom e aqui não podemos passar em branco, né?!
A cor pode ser nude, vermelho, coral, pink, roxo, vinho lilás.. De qualquer cor ou textura! O importante é ter ele!
Eu não vivo sem.. É o que dá vida a make!
O interessante do batom é que cada cor define o momento, humor e estado de espírito em que estamos!
Temos sorte de sermos mulher né?!
Nos invertamos quando nos dá na telha!
Então Feliz Dia do Batom!



Qual é a sua cor favorita?!
O meus sem dúvida são os tons de nudes!


28 de julho de 2015

Vi, gostei e indiquei: Um sonho possível

Vamos falar de filme?!?!?!
Hoje falaremos de um filme liiiiindo que chorei pencas ao ver, chama-se: Um sonho possível.
Eu amo ver filmes que são indicados ao Oscar e fiquei super curiosa quando eu vi a Sandra Bullock sendo a grande vencedora da estatueta com a melhor atriz! Uuuuuhhhhuuu E este mesmo filme sendo indicado como melhor filme.. Pensei assim: Ruim não deve ser!!!rsrs
Vamos ver o que nos conta o filme.

Enredo:
Baseado numa história real, Um Sonho Possível chega nos cinemas brasileiros depois de render um Oscar para Sandra Bullock e o mérito de mostrar que ainda existe gente boa no mundo. Se foi romanceado ou não, o que se percebe claramente é que o sucesso inconteste nos Estados Unidos tem, pelo menos, uma razão óbvia: a paixão pelo futebol americano. Contudo, ao juntar um personagem real do esporte idolatrado ao componente da pobreza, dos filhos abandonados, a fórmula se potencializou e deve ter contagiado até os membros da Academia, uma vez que o papel não dá para tanto. É honesto.
Na história, Big Mike (Aaron Quinton) era filho de uma mãe viciada em drogas e não tinha onde dormir. Embora tivesse jeito para os esportes, faltava nele algo mais do que o dinheiro. Faltava amor e ódio. Por mais confuso que possa parecer, o menino que aprendeu a fechar os olhos para esconder as coisas ruins (ou se esconder delas), tornou-se um poço de ternura, não deixando que a amargura tomasse conta de sua vida. Assim, ele apenas sobrevivia e só passou a "existir" quando encontrou o amor de verdade numa família de brancos livres de preconceitos. Com uma trilha sonora legal e diálogos curtos com doses de emoção o longa escorrega em vários momentos por parecer artificial demais. E, certamente, os mais atentos vão ter esta impressão, por exemplo, ao ver o pequeno SJ (Jay Head) treinando Big Mike, o personagem de Bullock encarando os viciados ou a reação dela após um acidente. É muita compreensão. E o roteiro tem várias partes assim. 
Incomoda um pouco ver as cenas da "nova mãe" bancando a durona com os treinadores e tudo o mais. Parece mentira, mas não é. É bonito saber que foi verdade, mas duro de acreditar. Seria este paradoxo outra razão para tanto sucesso? Entre as curiosidades, a presença de treinadores verdadeiros participando do filme em momento de humor, a citação do clássico Conduzindo Miss Daisy em forma de deboche e as fotos dos personagens reais nos créditos finais. O filme emociona, mas não é lacrimejante. Um Sonho Possível revela uma bondade assustadora de tão bonita. Abrindo seus corações e derrubando preconceitos, os Tuohy brindaram Lavoisier quando acreditaram que Michael Oher não era um caso perdido e o transformaram. E se transformaram. Para sempre.


Então, assisti o filme no Netflix, isso é bom, né?!rs
O filme é muito indicado ao extremo!